Sine Qua Non

Foto: Carlos Emerson Jr.

O barulho da chuva caindo no telhado, escorrendo pelas correntes das calhas e o cheiro da terra molhada. O verde forte da vegetação encharcada. O Caledônia oculto nas nuvens escuras regando nossa cidade e todas as criaturas.

O lusco-fusco entre o entardecer e o anoitecer. As cores das nuvens, alternando do branco ao laranja. As estrelas brilhando no céu limpo do inverno. A Lua Cheia sorrindo, iluminando a mata e ofuscando o pisca-pisca dos vagalumes que ainda resistem por aqui. A lareira acesa aquecendo corpos e corações.

A revoada e os gritos das maritacas nas manhãs da Primavera. O chamado do Quero-Quero no telhado da casa vizinha. O canto marcante de um Bem-Te-Vi. A altivez de uma Dália em um jardim numa rua. Um muro de heras todo florido com Esponjinhas. A beleza exótica das Orquídeas. As duas semanas de floração das Cerejeiras.

Ter passeado em Paris antes de morrer. Trabalhar com o que gosta e saber se reinventar. Viajar. Velejar. Nadar. Conhecer e viver uma vida inteira com o amor de sua vida. As filhas, hoje adultas, amigas para todas as horas. Rezar no fim do dia. Dormir com a boa sensação de estar vivo.

Isso é essencial. Sine Qua Non.

Vacina

Foto: Carlos Emerson Jr.

Poliomielite
Caxumba
Meningite
Febre Amarela

Sarampo
Varicela
Tifo
Rubéola

Gripe
Pneumonia
Coqueluche
Difteria

Tétano
Varíola
Rotavírus
e outras mais.

Vacinar, para quê?
Ora, que pergunta,
vacinar é um ato de amor!
É respeitar a si mesmo e o próximo.
Proteger nossas paixões, filhos, pais, amigos,
até mesmo… desconhecidos.

Vacinar é humanidade.
Vacinar é vida.