O voo do socó

Foto: Carlos Emerson Junior

Geralmente eles não ligam para humanos mas esse aí, abusou da vontade de “aparecer”: fez pose de lado, de frente e, quando percebeu que eu ia embora, deu esse belo voo, pousando alguns metros adiante para, na cabeça dele (ou na minha, “especialista” em socós) mais fotos. Caminhada da manhã, jardins do Country, Nova Friburgo.

A cara da hortênsia

Foto: Carlos Emerson Junior

Gente, o que aconteceu com as hortênsias de Nova Friburgo? Quando vim para cá, no final da década de 90, elas estavam por todos os lados. Essa foto foi tirada em janeiro de 2018, no verão, portanto, na calçada aqui da rua, onde uma senhora cultiva suas hortênsias junto do seu muro. No próximo verão prometo que fotografo todo o jardim.

Floresta alpina

Foto: Carlos Emerson Junior

Caramba, será uma floresta alpina? Austria? Suiça? Bavária (o estado alemão e não a cerveja)? Liechtenstein? Uma estradinha nas montanhas, em pleno verão? Que nada, é apenas um cantinho do Cônego, bem no final da Via Expressa. Tanto tempo depois, Nova Friburgo continua me surpreendendo em cada caminhada.

Vila Operária

Foto: Carlos Emerson Junior

Trecho parcial de casas da Vila Operária da Fábrica Filó, em Nova Friburgo. O site Educação Pública, do Governo do Estado do RJ, conta que “em janeiro de 1925, numa região pantanosa chamada Vila Amélia, inicia-se a construção dos primeiros edifícios da fábrica, além das casas para seus operários, parque recreativo, junto a uma floresta de eucaliptos, pinheiros, madeira de lei, transformando o que foi um brejo numa área habitável, industrial, recreativa, geradora de empregos diretos e indiretos. Em 17 de setembro de 1925, as primeiras máquinas de filó começaram a operar na cidade e no Brasil, contando com 120 operários, tendo como sócios-fundadores os Srs. Carls Siems, Julius Arp e Otto Siems.”

Grande parte das instalações da fábrica hoje abrigam a Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Algumas casas que restaram da vila ainda estão ocupadas.